O que é absenteísmo e como calcular seu índice nas empresas?

O absenteísmo no trabalho se caracteriza por um padrão habitual de ausências, motivadas por motivos pessoais ou profissionais

Absenteísmo no trabalho é um padrão habitual de ausências devido a algum motivo, justificado ou não, seja por falta ou atraso. A sua taxa é um dos principais fatores para medir o bem-estar, a saúde organizacional e a adequação da gestão de pessoas nas empresas. 

Com tantas mudanças ocorridas nesses últimos anos, a relação dos profissionais com o trabalho mudou. De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em fevereiro deste ano, mais de 560 mil trabalhadores brasileiros entraram com pedido de demissão voluntária.

Mas este não é um fenômeno isolado no país, de acordo com a pesquisa Global Workforce Hopes and Fears feita com mais de 52 mil trabalhadores de 44 países: um em cada cinco empregados em todo o mundo planeja pedir demissão do seu trabalho atual em 2022. 

No contexto da área de gestão de pessoas, empregados que faltam ou atrasam com frequência é um grande obstáculo para o crescimento e ao desempenho da empresa. 

Por isso, as organizações devem estar atentas a esses índices, porque se as constantes faltas ou atrasos de funcionários são frequentes, o melhor a fazer é investigar o que pode estar por trás desse comportamento. 

Neste artigo abordaremos sobre o absenteísmo, quais os tipos que a lei prevê, como calcular a taxa e, ainda, dicas para diminuir seu índice na empresa! 

O que significa absenteísmo no trabalho?

O absentismo é um dos fenômenos laborais com maior impacto nas empresas (Imagem: peoplecreations | Freepik)

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define absenteísmo no trabalho como a ausência de um empregado ao trabalho em um ou mais dias do que o esperado.

Assim, o absenteísmo (ou absentismo) é quando o empregado se ausenta de seu trabalho e essas ausências podem ou não serem justificadas. 

Por esta razão, é importante conhecer as principais causas de absentismo laboral, de forma a combatê-las – caso ocorram.

As principais causas do absenteísmo

As causas podem ser questões familiares, de saúde ou até mesmo motivos psicológicos (Imagem: DCStudio | no Freepik)

Segundo Chiavenato (2000), – autor referência na área de recursos humanos – “são várias as causas do absenteísmo, que merecem, assim, ser identificadas e estudadas, inclusive sob a ótica de sua repercussão na produtividade organizacional.”

O clima organizacional de uma empresa influencia muito na motivação dos trabalhadores e no sucesso do negócio. No entanto, por mais incentivados que sejam esses profissionais, existem diferentes causas externas que afetam a produtividade da equipe. 

  • Doenças;
  • Assuntos pessoais;
  • Questões familiares;
  • Saúde mental
  • Estresse; 
  • Falta de motivação.

“As pessoas passam a significar o diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional: elas passam a ser a competência básica da organização, a sua principal vantagem competitiva em um mundo globalizado, instável, mutável e fortemente competitivo.” Idalberto Chiavenato

Existem mais motivos, justificados ou não, que fazem o trabalhador se ausentar do trabalho. Entenda mais a seguir.

Absenteísmo justificado 

Ocorre quando a empresa toma conhecimento da ausência ou atraso do funcionário. Alguns exemplos de absenteísmo justificado previstos em lei são: 

Problemas de saúde, consultas médicas e doenças ocupacionais

Dentro desta categoria, existem várias razões pelas quais um trabalhador pode estar ausente. A Lei nº 8.213/1991 estabelece 2 categorias para as doenças ocupacionais, sendo elas:

  1. Doença profissional: produzida ou desencadeada pelo exercício da atividade laboral relacionada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.
  2. Doença do trabalho: desencadeada ou adquirida em função de condições especiais em que o trabalho é realizado.

De acordo com o INSS – Instituto Nacional do Seguro Social, entre as 20 principais doenças responsáveis pelo afastamento dos trabalhadores em 2020, 14 estão relacionadas a dores nas costas, articulações, tendões e músculos, além de fraturas e traumas. 

A lei permite que o empregado se afaste para tratamento médico em caso de doença, assim, isso não deve ser descontado do seu salário, caso seja justificada a ausência com atestado médico. 

Vale lembrar que as próprias consultas ou exames também são motivos válidos para afastamento do trabalho. 

Saúde mental: depressão e burnout

Os problemas de saúde mental também afetam a motivação dos funcionários, pois muito estresse ou esgotamento resultam em tensão emocional e pode levar ao absenteísmo. 

A OMS (Organização Mundial de Saúde), oficializou recentemente a síndrome de Burnout como uma doença crônica. No Brasil, desde 1º de janeiro de 2022, a doença está classificada no CID-10 Z73

Uma pesquisa da Think Work sobre saúde mental dos trabalhadores brasileiros mostrou que a maioria das pessoas não usam programas de saúde mental das empresas. 

Entre os 223 respondentes, 61% afirmaram ter buscado apoio para a saúde mental nos últimos três anos. Mas, entre esses, 72% o fizeram por conta própria, sem apoio da organização onde trabalham.

Falecimento

Em caso de falecimento do cônjuge ou parente próximo, também é possível o afastamento, sem prejuízo do salário. 

Problemas com transporte público 

O atraso por motivos de transporte público pode ser justificado junto do RH, com a apresentação de alguma prova: fotografia, notícia ou qualquer outro documento que comprove o ocorrido.

Licença maternidade ou paternidade

Quando um bebê chega em casa ou quando ocorre uma adoção, deve-se entender a ausência justificada e remunerada dos funcionários. 

Absenteísmo injustificado 

O absenteísmo injustificado pode ocorrer por motivos pessoais ou por problemas dentro do próprio ambiente de trabalho (Imagem: yanalia | Freepik)

Nesse tipo de absenteísmo a empresa não recebe justificativa pelo atraso ou pela ausência de seu empregado. Pode acontecer nestes casos: 

Problemas Pessoais

Devemos sempre lembrar que somos vulneráveis ​​a problemas pessoais e imprevistos que podem influenciar nossa vida profissional. 

Falta de motivação

Um dos maiores inimigos da produtividade é a falta de motivação, engajamento e a sensação de esgotamento que um funcionário pode enfrentar. 

Este é mais um dos motivos pelos quais as empresas devem investir em incentivos e políticas para a retenção de talentos

Má gestão e altos níveis de estresse

Promover um ambiente de trabalho acolhedor é essencial e no centro dessa prioridade está a saúde mental dos trabalhadores. O clima empresarial é propício ao estresse devido à sobrecarga e conflitos que podem ocorrer no ambiente de trabalho.

Conhecida como o mal do século, a depressão também pode ser causada pela sobrecarga e estresse decorrentes desse ambiente.

Falta de clareza nos objetivos

O absenteísmo no trabalho é muitas vezes devido à falta de comunicação e diálogo com os gestores. Sem saber o que fazer, por onde começar e quais prazos seguir, os funcionários podem se sentir perdidos e negligenciar suas responsabilidades. 

Portanto, o principal papel do líder, aqui, é colocar as cartas na mesa e estipular o que deve ser feito, como e quando.

Absenteísmo presencial 

O absenteísmo presencial é quando o empregado reduz sua eficiência e, consequentemente, sua produtividade devido a tarefas que não correspondem às suas funções no local de trabalho como, por exemplo, utilizar tempo de trabalho para atender a demandas pessoais.

O que diz a legislação sobre absenteísmo

A Norma da Ergonomia contribui com ações que melhorem as condições de trabalho (Imagem: peoplecreations | Freepik)

O artigo 473 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), determina que as faltas podem ser justificadas sem causar prejuízo ao funcionário como, por exemplo, nos seguintes casos:

  • Falecimento de cônjuge, pais, irmãos, ascendentes e descendentes;
  • Casamento;
  • Cadastro eleitoral;
  • Nascimento de filho, de adoção ou de guarda compartilhada; 
  • Comparecimento em juízo.

Ainda de acordo com este artigo, existem também outros casos específicos em que o trabalhador pode ter suas faltas justificadas.

No entanto, quando se trata de ausência injustificada, o empregado pode ter que compensar as horas perdidas ou ter descontado de seu salário o valor das horas ou dias de trabalho perdidos.

Além das normas da CLT, é importante que o empregador se atente também ao regime interno da empresa e, sobretudo, ao Acordo Coletivo de Trabalho.

As medidas punitivas de acordo com a CLT

Para manter a ordem e disciplina no ambiente de trabalho, segundo o artigo 474 da CLT, ao identificar o absenteísmo, a empresa pode aplicar medidas de punições como advertências, suspensão por até 30 dias e, em situações mais extremas como o abandono do trabalho, a dispensa por justa causa.

Em relação a recusa do empregado em receber a penalidade e duração da suspensão, a norma afirma:

“A suspensão disciplinar, por disposição legal, não pode ser superior a 30 (trinta) dias consecutivos, sob pena de ser considerada falta grave por parte do empregador, importando na rescisão indireta do contrato de trabalho por parte do empregado, conforme dispõe a letra “b” do artigo 483 da CLT.

Diante da falta sem justificativa, outra medida que o empregador pode aplicar é o desconto em folha de pagamento do DSR – Descanso Semanal Remunerado.

Qual a relação do absenteísmo com a NR – 17

No sentido de prevenir problemas como o absenteísmo, a NR – 17 (norma regulamentadora prevista nos artigos 198 e 199 da CLT), além de incentivar a qualidade de vida e saúde dos trabalhadores, garante medidas de segurança e condições de trabalho adequadas no exercício de suas funções.

Os principais tópicos abordados sobre a Segurança e Medicina do Trabalho nas Empresas, previstas nesta NR, são:

  • Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
  • Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho;
  • Mobiliário (como mesa e cadeira) utilizado pelos funcionários em seus postos de trabalho;
  • Condições de edificação, instalação elétrica, conforto térmico e iluminação;
  • Movimentação, armazenagem e manuseio de materiais;
  • Organização e condições ambientais no ambiente laboral.

Assim, esta legislação estabelece parâmetros que asseguram medidas de ergonomia. É obrigação das empresas implementar programas que melhorem a ergonomia e segurança no trabalho a fim de prevenir casos de doenças ocupacionais e garantir o bem-estar dos seus trabalhadores.

Absenteísmo: como calcular

Para o bom desempenho das atividades da empresa, realizar o controle das ausências ajuda no cálculo das taxas de absenteísmo no trabalho (Imagem: pressphoto | Freepik)

Os índices de ausências não programadas – seja por atrasos, faltas ou saídas antecipadas – podem ficar registradas através de um software, independente das causas e justificativas apresentadas. 

No entanto, para obter dados específicos sobre o absenteísmo no trabalho e saber se a empresa está dentro dos índices aceitáveis, é necessário fazer o cálculo da taxa. Veja abaixo como calculá-la:

Multiplique o número de funcionários pelo número de horas que eles devem trabalhar por mês. 

  • Exemplo: Para uma empresa que tem 5 funcionários e cada um trabalha 6 horas por dia, 20 dias por mês: 5 x 6 x 20 = 600 horas a serem trabalhadas por mês. 

Adicione os atrasos, dias de ausência e saídas antecipadas (injustificadas ou justificadas) de cada funcionário. 

  • Exemplo: Todos os 5 funcionários estão 20 minutos atrasados ​​todos os dias: 5 × 20 = 100 minutos de atraso, o que corresponde a 1 hora e 40 minutos no total. 

Leve também em consideração as ausências do mês. 

  • Se no exemplo acima, cada um dos 5 funcionários faltar uma vez por mês, temos: 5 × 6 (carga horária diária) = 30 horas de ausência.
  • Chegou a hora de somar os atrasos de todos: 1h40min de atrasos somados com as 30h de ausências de todos, equivalem a 31h40min. Este valor corresponde ao total de horas não trabalhadas no mês. 
  • Por fim, divida o número de horas não trabalhadas pelo total de horas que os funcionários deveriam ter trabalhado e multiplique esse valor por 100. 

31h40min dividido por 600h x 100 = 5,23% 

Isso significa que, no exemplo citado, a taxa mensal de absenteísmo da empresa é de 5,23%.

Qual o índice aceitável de absenteísmo nas empresas?

Não existe uma regra, pois depende do setor e natureza da atividade principal da organização. No geral, o índice médio aceitável varia entre 1,5 até 4%.

Consequências do absenteísmo no trabalho

Baixa produtividade, perda de prazos e clientes insatisfeitos podem afetar o desempenho econômico das empresas. 

O comportamento e a pressão de outros colegas de equipe e de todo o ambiente de trabalho também podem ser impactados se o absenteísmo não for gerenciado corretamente.

  • Redução da produtividade: Com mais ausências, há menos chance de atingir as metas estabelecidas. Se há falta de pessoal, os processos atrasam, criam-se gargalos e, em geral, tudo fica mais lento ou acaba adiado. 
  • Custos aumentados: Pagar horas extras ao funcionário que tem que cobrir a ausência do colega causa um custo maior para a empresa. Se isso acontece com frequência, gera prejuízo financeiro para a companhia.
  • Ambiente de trabalho tóxico: Quando houver absenteísmo na empresa, sempre haverá alguém que terá que cuidar das tarefas do colega ausente, o que pode causar problemas como sobrecarga e estresse.
  • Cultura ruim da empresa: As consequências do absenteísmo no trabalho estão intimamente relacionadas às causas. Se houver algum aspecto negativo na empresa que precise ser melhorado, isso pode piorar a cultura da empresa, o que deve piorar ainda mais com o absenteísmo. 
  • Turnover de pessoal: O fato de haver mais absenteísmo no trabalho e maior pressão para os membros dessas equipes pode tornar a situação insustentável e fazer com que seus talentos prefiram se desenvolver em outro lugar.

Soluções para reduzir o absenteísmo

A falta de motivação é uma das principais causas do absenteísmo no trabalho (Imagem de mindandi |Freepik)

Existem muitas estratégias que podem ser implementadas em uma empresa para reduzir a taxa de absenteísmo. Aqui estão algumas ideias para melhorar a cultura organizacional e manter o ambiente saudável.

Concentre-se na motivação

Trabalhadores desmotivados têm baixo desempenho, o que também afeta negativamente o desempenho das pessoas ao seu redor e, consequentemente, impacta o ambiente de trabalho como um todo. 

Se a empresa está sofrendo com a falta de engajamento e motivação, avalie os objetivos, entenda se eles são realistas ou inatingíveis. 

Proporcione planos de carreira, programas de formação e orientação profissional, bem como espaços para integração de equipes e atividades de team building. Essas são estratégias que vão potencializar a motivação e o empenho dos funcionários. 

Pacote de benefícios

Quando falamos de pacote de benefícios, nos referimos a tudo que complementa o valor fixo mensal, por exemplo: bônus de cultura, auxílio creche, vale alimentação, auxílio home office e bolsa de estudos, por exemplo.

Esses “extras” fazem com que o trabalhador se sinta mais valorizado e podem contribuir (e muito!) para sua motivação. Isso também ajuda a reforçar a cultura da empresa e a retenção de talentos. 

Plano de saúde de qualidade

De acordo com dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, o aumento de afastamentos devido ao esgotamento físico e mental dos profissionais chegou a 114,8%, entre 2017 e 2018.

No contexto do teletrabalho e da pandemia, pensar na saúde emocional dos funcionários é parte crucial para reduzir o absenteísmo. 

Nesse momento, vale pensar na necessidade individual de cada funcionário e oferecer um plano de saúde que abranja a maior cobertura e o maior volume de atendimentos possíveis.

Diálogo aberto e boa comunicação interna

É muito importante estabelecer uma cultura de feedbacks constantes na empresa e convidar os funcionários a opinarem sobre a dinâmica da companhia, pedindo que avaliem seu bem-estar, níveis de estresse e seu relacionamento com os gestores diretos e a equipe. 

Cuide para preservar e manter esses dados confidenciais de forma correta, pois são informações que fazem parte da estratégia da avaliação de desempenho.

Flexibilidade de horário

Quando se trata do trabalho home office, a flexibilização na jornada de trabalho pode ser facilmente aplicada. No entanto, o absenteísmo no trabalho pode continuar a aparecer. 

É preciso entender que a rotina em casa é diferente da realizada no escritório, portanto os funcionários não têm as mesmas distrações ou as mesmas preocupações que todos os demais.

No caso de pessoas com filhos, a flexibilidade é fundamental para que esse profissional em questão possa se ausentar em determinados horários e, assim, não interromper sua jornada de trabalho nos horários mais produtivos.

Horários síncronos e assíncronos

Os termos podem parecer complexos, mas ajudam a reduzir o absenteísmo. 

Os horários síncronos caracterizam-se por estarem alinhados com os demais funcionários da empresa. Isso significa que todos os membros da equipe devem estar disponíveis dentro da mesma jornada laboral. 

Por outro lado, nos horários assíncronos, nem todos os membros de uma mesma equipe precisam estar disponíveis ao mesmo tempo.

No trabalho híbrido, por exemplo, os funcionários, teoricamente, podem preferir trabalhar somente depois das 15h em determinados dias da semana. Assim, em alguns dias, essas pessoas podem ter a manhã de folga e ainda cumprir sua carga horária diária e entregas. 

Soluções como essa podem reduzir o absenteísmo ao trabalho, já que os horários da jornada de trabalho levam em conta a rotina individual de cada um. 

No entanto, deve-se lembrar que propor alguns dias em horários sincronizados é essencial para reuniões e momentos de contato com a equipe, inclusive por vídeo, e-mail ou telefone.

Absenteísmo e o RH

A rotatividade ou turnover é um dos aspectos mais importantes da dinâmica organizacional (Imagem de senivpetro | Freepik)

Nos últimos anos, várias tendências do futuro do trabalho exigiram novas estratégias de RH. De acordo com um artigo do Gartner, nos EUA, 65% dos funcionários dizem que a pandemia os fez repensar o lugar que o trabalho deveria ter em suas vidas.

Mas essa dinâmica é difícil de estabelecer. Pesquisas do Gartner apontam que apenas 28% dos líderes de RH relatam revisar suas estratégias mais de uma vez por ano. 

Veja a seguir os principais pilares que podem ajudar na atualização das estratégias de RH:

  • Implementação de um RH administrativo para o gerenciamento de dados operacionais, como gestão de benefícios e controle de ponto;
  • Fazer a gestão de talentos começando pelos processos de recrutamento e seleção, análise de desempenho, integração, plano de carreira e programas de treinamento e desenvolvimento;
  • Usar ferramentas de gerenciamento para fazer a gestão eficaz do tempo, medir a produtividade e acompanhar os índices de absenteísmo no trabalho;
  • Desenvolver pesquisas de satisfação, promover um clima organizacional saudável com processos e ferramentas de RH mais flexíveis e centrados no ser humano.

Assim, para responder às demandas atuais das pessoas por mais qualidade de vida pessoal e profissional, é preciso que os gestores identifiquem lacunas e definam um plano estratégico alinhado à medida que as necessidades mudam.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site is protected by reCAPTCHA and the Google Privacy Policy and Terms of Service apply.