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Desenvolver a liderança é a prioridade do RH no 2º semestre de 2024

Duas pessoas em uma mesa, uma escrevendo e outra observando, com um laptop.
Pexels | Sora Shimazaki

Objetivo foi o mais apontado na pesquisa da Think Work e desbancou a consolidação da cultura, que estava invicta desde 2022

Desenvolver líderes será o principal objetivo para os profissionais de recursos humanos nesta segunda metade do ano. A informação vem da pesquisa Think Work | Desafios do RH, que buscou antecipar as questões que devem ser enfrentadas pelo departamento no segundo semestre de 2024.

Apontado por 32% dos participantes, esse desafio vem ganhando cada vez mais importância nos últimos relatórios da Think Work. No primeiro semestre deste ano, ele ocupava o quarto lugar, com 20% das menções. Em 2023 apareceu na 8ª colocação e na 11ª em 2022.

A evolução da liderança é seguida pelo fortalecimento da cultura organizacional, com 22% das respostas. Ela já foi a prioridade do RHs entrevistados nos levantamentos de 2022, 2023 e no primeiro semestre de 2024, quando chegou a ser apontada por 38% dos respondentes.

Ainda comparando os resultados do primeiro e do segundo semestres, gerir e adaptar as políticas de remuneração e benefícios passou do 2ª lugar no início do ano para o 4ª. De outro lado, a atração de talentos subiu duas colocações e se tornou o quinto desafio mais citado entre os RHs.

O empoderamento dos funcionários na gestão de suas carreiras é uma novidade no ranking, e foi citado por 22% das pessoas.

Desafios coletivos ou individuais? Um pouco dos dois

Uma curiosidade comum aos trabalhadores é saber se seus colegas de profissão têm os mesmos tipos de dificuldades. E a pesquisa da Think Work | Desafios do RH também buscou responder essa questão.

Cerca de 49% dos profissionais de RH acreditam que todos os desafios enfrentados por eles no momento são comuns ao setor. Os 51% restantes percebem que alguns obstáculos são específicos de suas empresas, enquanto outros são universais na área de atuação.

Isso indica uma combinação de questões particulares e gerais, que exigem tanto abordagens para melhorias internas quanto no contexto mais amplo da gestão de pessoas.

Além disso, a ascensão e queda de certos objetivos em um curto espaço de tempo evidencia a necessidade contínua de adaptação dos profissionais de recursos humanos — algo que, por si só, já é um grande desafio.