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RHs apostam em desenvolvimento de talentos como forma de retenção

RHs apostam em desenvolvimento de talentos como forma de retenção
Andrea Piacquadio | Pexels

Segundo pesquisa da The Conference Board, 47% dos RHs planejam desenvolver talentos da liderança e 30% capacitar a força de trabalho em geral

Para enfrentar os desafios de engajamento, atração e retenção que vêm pela frente em 2023, a gestão de pessoas pretende priorizar o desenvolvimento interno dos trabalhadores. A descoberta foi feita por uma pesquisa da The Conference Board com 172 Chefes Executivos de Recursos Humanos (CHROs).

Em relação aos líderes, 47% dos CHROs disseram ter planos que focam em desenvolver as áreas de liderança este ano. Mas também há a intenção de desenvolver funcionários que não estão na liderança. 30% dos líderes executivos de RH e 19% dos CEOs planejam priorizar o desenvolvimento da força de trabalho em geral.

“Os CHROs sabem o tempo e o esforço que é necessário, neste momento, para contratar alguém de forma efetiva. Eles também estão preocupados com o fato de que, se não conseguirem desenvolver os talentos internamente, pode ser difícil encontrá-los no mercado atual”, explicou em um comunicado à imprensa Rebecca Ray, vice-presidente executiva da The Conference Board.

Outro ponto importante para os líderes é a cultura de suas empresas. Cerca de 34% dos CHROs e 18% dos CEOs planejam fortalecer a cultura organizacional de sua companhia como forma de retenção de talentos.

A pesquisa também mostrou que os RHs estão otimistas em relação à contratação e retenção de talentos nos próximos meses, mesmo com o atual cenário de frequentes demissões em massa.

Cerca de 76% dos CHROs esperam que as taxas de contratação permaneçam as mesmas ou aumentem nos próximos seis meses. O otimismo pode estar relacionado ao engajamento dos trabalhadores. Segundo a pesquisa, 45% dos RHs dizem ter visto a taxa de engajamento aumentar nos últimos seis meses.