O poder da competitividade nas empresas
Segundo professor, empresas que cultivam muita competitividade podem sofrer com baixa motivação nos funcionários
Segundo professor, empresas que cultivam clima amistoso de competitividade podem sair ganhando
Construir e manter uma boa amizade com um rival profissional pode não ser tarefa fácil, mas estudos apontam que isso pode ser bom para a carreira.
Segundo Christopher To, professor assistente de gestão de recursos humanos na Universidade Rutgers, quando interpretamos uma competição como uma ameaça, tendemos a sentir que não temos os recursos para ter sucesso e nos fixamos em todas as coisas ruins que podem acontecer se falharmos – como humilhação e perda de respeito.
Essa ansiedade tende a reduzir o desempenho físico e mental. Como resultado, em vez de funcionários mais motivados, o cenário é o oposto: pessoas desanimadas e inseguras quanto às suas chances de sucesso.
Já quando vemos uma situação apenas como “desafio”, nos sentimos mais confiantes e, em vez de pensar no fracasso, nos concentramos nas coisas a serem obtidas com nossos esforços. A resposta ao estresse resultante seria, assim, energizante em vez de incapacitante. Assim, ela aumentaria a produtividade e resultaria também em um melhor clima organizacional.
Para estimular os colaboradores, pode ser mais produtivo estabelecer um desafio a ser cumprido, portanto, do que inspirar um ambiente de competitividade e rivalidade. Assim, não só a motivação será maior como o bem-estar também melhora.