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Proatividade e trabalho em equipe lideram competências mais valorizadas

Pesquisa Think Work revela competências mais valorizadas pelas empresas
Imagem gerada por IA

Pesquisa da Think Work com 260 profissionais de RH revela quais são as competências mais valorizadas pelas empresas brasileiras

Proatividade e capacidade de trabalhar em equipe são as competências mais valorizadas pelas empresas brasileiras. Segundo pesquisa da Think Work com 260 profissionais de recursos humanos, 75% das organizações apontam essas duas habilidades como muito relevantes para o negócio.

Entre as demais competências comportamentais mais valorizadas estão planejamento e organização (69%), comunicação (67%), inteligência emocional (67%) e empatia (67%). Também figuram entre as mais citadas tomada de decisão (65%), resiliência (64%) e gestão do tempo e prioridades (63%).

No campo das competências técnicas (hard skills), o conhecimento específico da área de atuação permanece como o principal critério de contratação para as empresas: 76% classificam esse domínio como muito relevante. Em seguida, vêm atendimento ao cliente (71%), segurança da informação (66%), raciocínio analítico (64%) e análise de dados (64%).

Tecnologias emergentes, como inteligência artificial, automação e computação em nuvem, já ganham espaço nas prioridades do RH. Ao todo, 87% das organizações atribuem algum grau de importância a esses conhecimentos, sendo “muito relevantes” para 42% dos respondentes.

As 10 competências mais valorizadas pelas empresas

Competências comportamentais% muito relevante
Proatividade e iniciativa75%
Trabalho em equipe75%
Planejamento e organização69%
Comunicação67%
Inteligência emocional67%
Fonte: Think Work
Competências técnicas% muito relevante
Conhecimento técnico da área76%
Atendimento ao cliente71%
Segurança da informação66%
Lógica e raciocínio analítico64%
Análise de dados64%
Fonte: Think Work

Frequência de avaliação profissional varia entre empresas

A pesquisa também indica que a frequência de avaliação de competências varia entre as empresas. Cerca de 21% fazem esse processo anualmente e outros 21% a cada três meses, enquanto 20% realizam avaliações mensais.

Quando se trata de treinar os desenvolver os funcionários nessas competências, o método mais comum é o aprendizado prático no trabalho, utilizado por metade das organizações. Treinamentos internos (39%) e feedback estruturado (38%) aparecem em seguida.

Mesmo com as transformações tecnológicas no mercado de trabalho, a maioria dos respondentes não espera uma mudança radical na lista de competências. Quase nove em cada dez respondentes (88%) acreditam que as habilidades comportamentais relevantes no futuro serão essencialmente iguais às de hoje, e 93% dizem o mesmo sobre as competências técnicas.

A pesquisa ouviu 260 profissionais de recursos humanos, envolvidos em decisões sobre desenvolvimento e gestão de talentos. A maior parte dos respondentes ocupa posições técnicas ou de gestão: 23% são analistas de RH, 22% gerentes e 10% coordenadores. Também participaram supervisores (9%), diretores (9%) e especialistas (8%), além de outros cargos da área.