51% dos trabalhadores da linha de frente se sentem desvalorizados

Pesquisa da Microsoft ainda apontou que os profissionais da linha de frente também se sentem menos ouvidos e acreditam que a liderança não está preocupada em construir uma cultura no ambiente de trabalho

Depois de dois anos de pandemia, profissionais da linha de frente, como enfermeiros, garçons e trabalhadores de fábricas, não se sentem valorizados. Pelo menos, é isso que aponta uma nova pesquisa da Microsoft, que entrevistou 9.600 funcionários  de hospitais, lojas e fábricas, em oito países, incluindo o Brasil.

Ainda segundo o estudo, a pandemia aumentou a conexão entre os trabalhadores, com 76% deles dizendo se sentir ligados aos colegas. Porém, a insatisfação com as organizações é grande. 62% destes profissionais acreditam que a companhia em que atuam poderia priorizar mais a comunicação entre os funcionários e a alta liderança

Fora isso, 62% de todos os entrevistados acreditam que os líderes não priorizam a construção de uma cultura no local de trabalho — número que salta para 68% para os gestores, como supervisores de loja e chefes de fábricas.

Quando o assunto é transformação digital, 63% dos profissionais dizem estar entusiasmados com as oportunidades criadas pela tecnologia, mas outros  55% também afirmam que tiveram que aprender novas tecnologias rapidamente, sem treinamento ou prática formal.

“Mas em toda a nossa pesquisa, estamos recebendo um sinal claro sobre a oportunidade de alinhar os resultados dos negócios com o bem-estar e o crescimento dos funcionários. E é encorajador ver que a tecnologia pode ajudar”, declarou Jared Spataro, vice-presidente corporativo da área de Inovação do Trabalho da Microsoft, em um comunicado para a imprensa

Arte: Estúdio Cosmos

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